
Enquanto frentes de batalha com a bandeira verde se erguem em diversos lugares do globo, assistimos a uma mudança lenta que parece não ter fim. O preço do petróleo sobe, os combustíveis renováveis começam a despontar. Na outra ponta as montadoras de automóveis apresentam híbridos, flex, e carros conceito que prometem mudar as coisas na segunda década dos 2000. Será que ainda veremos um mundo livre dos combustíveis fósseis poluentes, nocivos, não renováveis?
A situação atual não é nada verde! Vemos corriqueiramente discursos apaixonados do nosso querido presidente sobre o álcool e o biodiesel, a força do Brasil, onde os carros flex se multiplicam rapidamente. Estes são combustíveis um pouco mais eficientes e menos poluentes, porém estão longe de serem uma boa opção para desacelerar as emissões. E o petróleo de pré-sal...mais ecológico que matar pingüim!
Ponto de equilíbrio... O preço do petróleo deverá ser balizado pelo crescimento das energias alternativas em larga escala. A nanotecnologia aliada a bioengenharia vão acelerar esse processo, pois já estão sendo integradas a tecnologias como placas de energia solar e células de transformação de água em hidrogênio. O problema reside no poder de compra dos grandes conglomerados, que engolem as pequenas iniciativas bem intencionadas afim de atrasar a morte do petróleo. Não é do interesse das grandes industrias acelerar este processo.
Nosso futurista predileto Ray Kurzweil acredita que até 2020 já teremos abandonado totalmente o petróleo, ele se baseia na progressão geométrica do desenvolvimento das tecnologias. Já analistas de economia mais conservadores empurram essa data até 2070.
O fato é que a mudança virá de pequenos empreendimentos bem administrados que possam crescer rapidamente. O vídeo do próximo post mostra uma iniciativa americana que promete, por menos de 1000 dólares converter o motor de qualquer carro para água! Com um rendimento de 50 milhas por litro de água!
Preparem-se, um futuro mais limpo parece estar mais perto do que imaginamos!


